27 julho 2011
Brincando de Teatro. Junho e Julho 2011
22 julho 2011
Brincando de Teatro. Março, Abril e Maio 2011
Compartilhamos algumas imagens dos três primeiros meses do projeto Brincando de Teatro
19 julho 2011
Herdeiros do futuro
Este vídeo foi produzido pelas crianças que participaram das oficinas do Projeto Arte e Consumo. Este projeto foi criado para conscientizar as crianças e os adultos a cuidar da natureza, respeitando ao próximo.
Produção de Video - Aline Carvalho Ramos(14 anos)
Texto para o Blog - Daiane Aparecida Ferreira de Sousa (12 anos)
Educadores orientadores - Ana Paula Lopes
Marcadores:
Arte e Consumo,
Oficinas,
Videos
15 junho 2011
Curiosidade Sobre os Animais
VOCÊ SABE QUAL A VELOCIDADE DA AVE MAIS RÁPIDA DO MUNDO?
VOCÊ SABE ME DIZER QUANTO TEMPO VIVE UMA RAINHA DAS FORMIGAS?
LEIA LOGO ABAIXO O QUE EU PESQUISEI:
Velocidade de vôo dos pássaros:
A fragata é um dos pássaros mais velozes, pode atingir até 400km/h parar alcançar um peixe na superfície da água.
Veja outras aves e a velociade que atingem:
Pisco-de-peito-ruivo: 35km/h
Pardal: 35km/h
Corvo: 50km/h
Melro: 56km/h
Torto: 56km/h
Garça cinzenta: 65km/h
Mocho: 72km/h
Maçarico: 80km/h
Estorninho: 80km/h
Perdiz: 85km/h
Beija-flor: 88km/h
Pomba selvagem: 95km/h
Cerceta: 105km/h
Tarambola dourada: 113km/h
Águia: 130km/h
Pombo correio: 160km/h
Gaivota: 180km/h
Águia: 193km/h (com o vento a favor)
Andorinha: 210km/h
Falcão peregrino: 310km/h
Gavião: 320km/h
QUANTO TEMPO VIVEM ALGUNS ANIMAIS?
A rainha das formigas vermelhas pode viver até 15 anos.
Veja outros animais e seu tempo de vida:
Tartaruga (que vive em Galápagos): 100 - 200 anos de vida
Elefante: 100 -120 anos
Sola comum (uma espécie de peixe): até 70 anos
Anêmona-dália : até 90 anos
Fonte de Pesquisa: Atlas do Conhecimento
Danilo Nascimento Goes - 15 anos
Marcadores:
Você Sabia? Pesquisa com Crianças
27 maio 2011
Coruja
As corujas são aves pertencentes à família Strigidae e à ordem Strigiformes. Trata-se de aves de rapina, tímidas, solitárias, discretas e de vôo silencioso, graças ao formato e à textura de suas penas. Na cultura grega eram tidas como símbolo da sabedoria, já em outras culturas esta ave era símbolo de ligação com o mundo espiritual. Estas grandes caçadoras são encontradas em quase todo o mundo, menos na Antártica, na maior parte da Groenlândia e em algumas ilhas remotas. Existem 126 espécies diferentes de corujas, 18 das quais vivem no Brasil. É um animal que não transmite doenças aos humanos.
A coruja se alimenta de pequenos mamíferos (ratos e camundongos, por exemplo), gafanhotos, grilos, aranhas e outras aves. Costumam engolir suas presas inteiras para depois vomitar o que não aproveitam, tais como penas e pedaços de ossos. Há espécies de corujas que se especializaram na pesca (este fato pode ser observado nas Filipinas). Seus predadores naturais são: o gavião, o gato-do-mato e as cobras. Apesar do aspecto parado, a coruja é um animal bastante esperto que não facilita a vida dos seus predadores.
A localização dos globos oculares na cabeça das corujas limita seus movimentos de olhos. Mas isso é compensado pela capacidade excepcional de virar a cabeça: 270 graus de um lado para o outro e 180 graus de cima pra baixo. Essa habilidade integra a sensível visão à audição apurada, ou seja, ao virar a cabeça, visão e audição estão apontadas para mesma direção. Além disso, o disco facial, sempre bem destacado pela plumagem, funciona como uma antena parabólica, que capta e amplia os menores ruídos. Para completar, os ouvidos são desalinhados e assim permitem a esse predador da noite a localização precisa do alvo.Suas orelhas não são visíveis, mas sua capacidade de audição é bastante aguçada, melhor do que a das outras aves. São capazes de caçar na escuridão, pois o formato do disco de penas ao redor dos olhos direciona o som de suas presas até os ouvidos. Sua plumagem é macia e densa, geralmente possui cores escuras misturadas com branco e/ou amarelo. Há casos de corujas totalmente brancas como a coruja polar (pólo norte).
Durante o período de reprodução, o macho oferece uma presa à fêmea, quando a presa é aceita ocorre o acasalamento. A cada postura a fêmea põe de 3 a 5 ovos, o tempo de incubação é de aproximadamente 33 dias e os filhotes começam a voar, em média, em 75 dias. As espécies maiores de corujas vivem de 15 a 20 anos.
No Brasil, a maior coruja conhecida é o mocho orelhudo (sua altura pode passar de 50 cm) e a menor, o caboré, atinge até 17 cm de altura.
Pesquisa realizada por: Alisson Lucas Airoso. 8 anos.
João Gabriel Alves de Carvalho. 13 anos
Gisele dos Santos (mãe do Alisson) e Maria Helena Alves (mãe do João Gabriel)
Orientação: Professora Janaina R. Pereira
Orientação: Professora Janaina R. Pereira
20 maio 2011
A Hemodiálise
A hemodiálise é um lugar onde as crianças ficam numa máquina, esta máquina é como se fosse o nosso rim. Há 8 meses eu peguei uma salmonela com septicemia e fiquei em coma profundo por 3 dias. Aí a doutora me deu um remédio para eu acordar, só que isso afetou os meus órgãos e principalmente os meus rins, porque desde que eu nasci eu tenho uma doença chamada rins policísticos. E então eu comecei a fazer hemodiálise. No início eu pensava que era a pior coisa. Agora eu vejo que foi a melhor coisa que já me aconteceu. Tenho as melhores enfermeiras, a melhor e mais bonita doutora de todas (Dra. Mariana). Quando eu transplantar só vou vir visitar. Aqui todos nós somos uma família e nessa família eu amo todos.
Lauanda Silveira Domeles, 11 anos
Meu nome é Julia, tenho 14 anos e faço hemodiálise há 2 anos. Antes de fazer hemodiálise eu morava com minha família em Terra Roxa , interior do Paraná. Quando soube que tinha que fazer o tratamento eu e minha família viemos morar em Curitiba porque onde a gente morava não tinha lugar pra fazer e a cidade mais perto é Cascavel (130 km de Terra Roxa). Lá o tratamento é só para adultos e como os médicos do Hospital Pequeno Príncipe me conhecem desde pequena é mais fácil fazer aqui. Minha mãe e eu começamos a morar em Curitiba, minha irmã veio depois. Ela está fazendo faculdade e o meu pai está morando sozinho em Terra Roxa , porque nós temos uma fábrica de bordar roupas de bebê e não podemos largar tudo e vir pra cá e depois de fazer o transplante voltar de novo. Meu pai vem pra Curitiba a cada 15 dias e nós vamos pra lá nas férias. Eu estudo no Colégio Sagrado Coração de Jesus e de tarde (segunda e sexta) faço uma sessão de hemodiálise de três horas e meia, esperando um rim.
Julia Giombelle, 14 anos
Julia
Antes de começar a hemodiálise eu ficava com medo. Eu não sabia como que era. A primeira vez não foi divertida, foi chato e doeu o catéter. Mas depois eu e o José Lucas fazíamos bagunça juntos e eu comecei a gostar de fazer hemodiálise. Agora que o José Lucas fez transplante, tem o Lucas e os outros amigos. Se não fosse os amigos ia ser chato.
Aqui o sangue passa pelo capilar, limpa e volta pra nós. O mais chato é que a gente não pode tomar líquido. Quando eu to com muita sede eu tomo um golinho só. O que eu quero é ganhar um rim, porque não dá pra sobreviver sem tomar água muito tempo, nem dá pra ver meus parentes (que moram no Mato Grosso).
Emerson Nunes de Amorim, 17 anos
Emerson
A hemodiálise é legal. Aqui eu tenho o meu melhor amigo que é o Emerson, aqui nós brincamos muito e a Fátima me coloca na máquina. Todas são muito legais: a Maria, a Fatiminha e a minha mãe, que me traz todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Eu devo tudo a ela.
Aqui nós somos muito bem cuidados. Eu e o Emerson cantamos, até fazemos uma dupla, “Os Renais”, e dançamos muito bem (pelo menos eu acho). Eu adoro o Pequeno Príncipe, estou aqui desde que eu nasci, a professora Mariana é legal, ela me ensinou muitas coisas. Do meu outro lado ta a Julia que é legal também. Aqui eu conheci todos os amigos que são amigos mesmo. Eu aprendo o que é ser amigo aqui. Muito obrigado hemodiálise por cuidar de mim.
Lucas Vaz Marche, 13 anos
Quer saber mais sobre hemodiálise?
Visite o site do Willian: willianrst86.blogspot.com
19 maio 2011
O peixe-boi
O peixe-boi é grande e vive no rio ou no mar. Como ele respira?
Ele fica embaixo da água e quando ele quer respirar ele sobe e depois desce de novo.
Pode ficar embaixo da água por até meia hora antes de precisar subir para respirar.
O peixe-boi não é um boi nem um peixe, ele é um mamífero como nós.
Ele come algas e outras plantas que moram na água. Cada peixe-boi come de 25 a 30 quilos de planta aquática por dia.
Ele é manso e é raro, tem poucos peixe-bois no mundo. Ele está quase em extinção porque os caçadores pegaram eles. Hoje, no Brasil, o peixe-boi só existe na Amazônia.
Texto: Guilherme Augusto Janke Felisbino, 9 anos
Orientação: Mariana Hoffmann
Marcadores:
Você Sabia? Pesquisa com Crianças
10 maio 2011
"O caçador que se dá mal"
Orientação: Mariana Hoffmann
Marcadores:
Colorindo as Flores e os Bichos,
Oficinas,
Videos
06 maio 2011
Eu e minha família
Eu sou Ruth Vitória Domingues Paes Paiva. Nasci em Boa Vista no estado de Roraima só que eu moro em Santa Terezinha de Itaipu no Paraná. Eu moro lá, porque minha mãe que se chama Vanusa Domingues Paes Paiva nasceu em São Miguel do Iguaçu, e meu pai que se chama Esmael Paz de Paiva, nasceu no Pará e os dois que se conheceram numa igreja depois que eu nasci resolveram se mudar de Roraima porque eu precisava de um bom tratamento.
Eu sou divertida, alegre e legal, tenho muitas amigas, gosto muito de estudar e sou muito curiosa. Eu sou magra, morena clara, meus olhos são castanho escuro, meus cabelos são longos e pretos.
Eu e meus pais gostamos de passear, comer pizza, x salada, x frango e a gente se diverte muito. Quando eu crescer eu quero ser tecladista porque eu gosto muito da aula de teclado essa aula me ajuda a desenvolver muitas coisas. Eu gosto de passear com meu cachorro, com minha periquita e com minha calopssita. Eu não gosto de comer cenoura pura só com outras saladas.
Então agente é muito feliz, porque a felicidade é ter amor pela nossa vida e se divertir. Eu e minha família vamos ser sempre felizes pro resto da vida.
Ruth Vitória Domingues Pais Paiva - 10 anos
Orientação: professora Eluane
Marcadores:
Projeto Identidade
02 maio 2011
Formigas
VITTOR HUGO PORTO STELA 19/04/2011
QUANDO EU COMECEI A PESQUISAR SOBRE FORMIGAS, EU SABIA QUE ELAS:
- COMEM DOCES
- SÃO INSETOS
- COMEM FOLHAS
- EXISTEM UNS 10 TIPOS DE FORMIGAS
- FAZEM NINHOS COM TERRA MOLE
- ALGUNS NINHOS FICAM NO CHÃO
- EXISTEM CERCA DE 12.000 ESPÉCIES
- AS FORMIGAS TEM 4 PARES DE PATAS
SOBRE O NASCIMENTO DAS FORMIGAS, EU DESCOBRI QUE:
OS MACHOS ACASALAM COM FÊMEAS DE OUTRAS COLÔNIAS E TODAS AS FÊMEAS BOTAM OVOS QUE SE TRANSFORMAM EM LARVAS BRANCAS E SEM PERNAS.
E QUE A SOCIEDADE DAS FORMIGAS É MUITO ORGANIZADA, ALGUMAS CUIDAM DA LIMPEZA, OUTRAS DA SEGURANÇA E OUTRAS DA ALIMENTAÇÃO.
SE UMA DELAS ESTÁ COM FOME TOCA NA OUTRA E RECEBE UMA GOTA DE ALIMENTO.
ELAS AVISAM UMAS PARA AS OUTRAS DOS PERIGOS. PRODUZEM CHEIROS DE ALERTA, FOME, LIMPEZA E ATAQUE PARA AVISAR AS IRMÃS.
PRODUZEM VIBRAÇÕES NA TERRA COM O PRÓPRIO CORPO PARA AVISAR DOS PERIGOS.
TRABALHO CONCLUIDO EM 02/05/2011
Marcadores:
Você Sabia? Pesquisa com Crianças
A Fragata
Ela é uma ave muito bonita. A fêmea tem o peito branco, e o macho tem um tipo de bolsa vermelha brilhante de baixo da garganta que ele usa para chamar a atenção das fêmeas. Para elas prestarem atenção ele ainda treme as asas e caldas e solta um som de tambor.
Ela vive a maior parte da vida voando, deixando o vento levá-la. Não gosta de água por que as asas ficam ensopadas e não gosta de terra por que as pernas são curtas e fracas. Ela gosta mesmo é de voar.
Ela gosta de comer peixes. Quando os peixes voadores surgem na superfície a fragata os pega.
Rauane Camila de Oliveira Paes - 9 anos
orientação: professora Eluane Sanchez15 abril 2011
Brincando de Teatro
O projeto “brincando de teatro” busca transformar, através de brincadeiras tradicionais e jogos teatrais, o ambiente hospitalar em um espaço cênico e lúdico para crianças e acompanhantes.
Funcionando como um fio condutor de encontros, esses jogos contam a história do teatro e promovem a experimentação, a livre expressão, a criatividade, a fantasia e a alegria, podendo atuar como protagonistas no conjunto de atores que envolvem o processo de prevenção e recuperação da saúde.
Convidamos todos a viajar conosco pelo universo do teatro.
O trabalho é maravilhoso e precisa continuar. É a única diversão que temos aqui dentro, as mães relaxam, as crianças aprendem e se divertem, além de ajudar na recuperação.
[Solange Roberto]
Foi bem legal porque dá um apoio e faz a gente acreditar que tudo vai ficar bem.
[Paulo Cezar Ferreira Alves]
É muito legal essa oficina aqui, alivia a criança e a gente. Nem parece que estamos em um hospital!
[Eloina F. B. de Campos]
15. Achei muito bom! Fazia dias que o Alex não brincava assim, tão contente!
[Elisiane Miriam de Souza]
por vinicius cardoso
Musica Para Crianças Hospitalizadas
revivendo antigos sucessos, aprendendo novas canções ou simplesmente permitindo que a musica tome o ambiente, o projeto “musica para bebês, crianças e adolescentes hospitalizadas” vem oferecendo momentos de diversão e tranquilidade, com um variado cardápio musical, com várias canções a serem colocadas na roda ou dedicadas a alguém, que tem transformado quartos e espaços comuns em encontros musicais.
O trabalho da oficina de música é bom. As noites aqui não passam, quem dirá os dias. A Tainá levará a mensagem de que hospital não é só tristeza, tem alegria também. [Tainá Semiano Correa]
Eu adoro música de qualquer jeito e ainda mais no hospital, porque distrai e alegra. É ótimo, porque cantar traz alegria, é maravilhoso. Para mim música é tudo. Eu não gosto de silêncio, mesmo no hospital e a música sempre alegra o ambiente.
[Rafaela Pereira Mendes]
O Vini nos ensinou muita coisa e com a música que nós dedicamos a ele, a gente retribui o amor que ele nos dá. A música é uma maneira alegre de fazer uma dedicatória.
[Vinícius Choransso Ildefonso]
por vinicius cardoso
07 abril 2011
Joaninha
Olá ,
Meu nome é Bianca dos Santos Herbele, tenho 14 anos, moro em Curitiba. Estou aqui no Hospital Pequeno Príncipe, aguardando a liberação para realizar uma cirurgia do coração.
As joaninhas são insetos delicados e fofinhos, por isso decidi fazer a pesquisa.
Joaninhas
Controlador de pragas
As joaninhas são insetos pequenos e coloridos, muito admirados por sua beleza e, em muitas culturas, símbolos de boa sorte e fartura. Esses simpáticos insetos pertencem à ordem Coleóptera, assim como os besouros, e à família Coccinellidae, para a qual já foram descritas mais de 5.000 espécies.
Os insetos da ordem Coleóptera possuem dois pares de asas. Um par é fino e membranoso e encontra-se sob o outro par de asas, chamadas de élitros, que são duras e resistentes. Os élitros da maioria das espécies de joaninhas possuem cores vibrantes, como amarelo, laranja e vermelho, com pequenos pontos pretos. Porém, algumas apresentam uma coloração escura e uniforme.
Estes insetos medem entre 0,3 mm e 10 mm de comprimento e possuem um par de antenas com função sensorial. As antenas são utilizadas na procura de alimentos, para localização espacial, procura por parceiros reprodutivos, entre outras funções. Para manter as antenas limpas, as joaninhas as esfregam com o primeiro par de patas, e, desta forma, removem resíduos que podem interferir em sua sensibilidade.Como se protegem
As joaninhas se alimentam de pequenos insetos, ácaros, pólen e néctar. Apenas duas espécies se alimentam de tecidos vegetais. Por sua vez, as joaninhas são predadas por insetos maiores, algumas espécies de pássaros e anfíbios.
Para se proteger, elas contam com algumas estratégias. A coloração vibrante pode atuar como uma forma de aviso ao predador sobre a sua impalatabilidade, ou seja, seu gosto ruim, ou sobre a sua toxicidade, evitando que o predador a ataque. Outra forma de defesa utilizada por algumas espécies é o comportamento de deitar-se com o abdome para cima, seguido da liberação de um líquido com odor desagradável. Dessa forma, a joaninha finge-se de morta e esquiva-se da atenção de seu predador.
Controle biológico de pulgões
Os afídeos, popularmente conhecidos como pulgões, são insetos pertencentes à ordem Hemyptera e parasitam diversas espécies vegetais. Os pulgões possuem um aparelho bucal do tipo sugador, com o qual perfuram os tecidos vegetais, alcançado seus vasos condutores e sugando sua seiva. São considerados pragas agrícolas e podem causar sérios prejuízos às plantações.
As joaninhas são predadoras vorazes de pulgões, alimentando-se tanto da forma adulta quanto da larva. Uma única joaninha pode comer mais de 50 pulgões por dia. Por esse motivo, as joaninhas são freqüentemente utilizadas para realizar o controle biológico desta praga em áreas de cultivo agrícola. Com esse objetivo, centenas de joaninhas são introduzidas na plantação para que, ao se alimentarem dos pulgões, livrem as plantas desse parasita.
Essa estratégia é interessante, pois evita o uso de inseticidas químicos, que podem ser tóxicos para o ambiente e para o homem. Porém, deve ser realizada com cautela e com base no conhecimento científico, uma vez que, caso seja introduzida uma espécie exótica, ou seja, que não ocorre naturalmente no local corre-se o risco de provocar um desequilíbrio ecológico. O resultado pode ser desastroso, ocasionando o desaparecimento das espécies de joaninha nativas e também levando a desequilíbrios na cadeia alimentar do ecossistema.
Um caso famoso ocorreu nos Estados Unidos, quando uma espécie asiática foi introduzida em plantações para controlar os pulgões e, por falta de predadores, acabou por se reproduzir descontroladamente, transformando-se numa praga doméstica que infesta casas e jardins.
Reprodução
As joaninhas, assim como os demais insetos, são organismos dióicos, ou seja, existem fêmeas e machos. Em muitas espécies, machos e fêmeas são morfologicamente diferentes, podendo apresentar tanto tamanhos quanto cores diferentes. A esta diferença é dado o nome de dimorfismo sexual. A fecundação é interna e pode ocorrer diversas vezes ao ano.Em cada ciclo reprodutivo, a fêmea pode colocar de 10 a mais de 1.000 ovos. Antes da postura, a joaninha procura um local adequado para a eclosão dos ovos, geralmente depositando-os de forma agrupada, sobre folhas ou caules de plantas, e próximos a fontes de alimento. Da sua eclosão até atingir a forma adulta, as joaninhas sofrem a chamada metamorfose completa, ou seja, passam pelos estágios de larva e pupa. Por isso, seu desenvolvimento é classificado como holometábolo (do grego holos, total, e metáboles, transformação).
Desenvolvimento
Após um período que varia entre 4 a 10 dias, as larvas eclodem e começam a se alimentar. Muitas vezes, o primeiro alimento é a casca de seu próprio ovo. O tempo de eclosão das larvas depende da espécie, mas também está relacionado à temperatura do ambiente, sendo menor em regiões de clima tropical, ou nas estações quentes do ano. As larvas em nada lembram as joaninhas adultas. São alongadas e apresentam uma coloração escura.

Durante o seu crescimento, podem ocorrer de 4 a 7 mudas. As mudas, ou ecdises, são as trocas periódicas do exoesqueleto quitinoso que envolve o corpo dos artrópodes e que permite o seu crescimento.
Após um período que pode variar de uma semana até cerca de 20 dias, a larva se fixa a um substrato, geralmente caules ou folhas, e se transforma na pupa. A pupa é um estágio imóvel, no qual inúmeras transformações irão resultar no indivíduo adulto. Este estágio pode durar até cerca de 10 dias, dependendo da temperatura e da espécie.
Após este período, a parede da pupa se abre e, finalmente, emerge a forma adulta da joaninha. Assim que a joaninha sai da pupa, o seu exoesqueleto ainda é mole e vulnerável, por isso, ela permanece imóvel durante alguns minutos, até que ele endureça e ela possa voar. O tempo de vida de uma joaninha varia entre 3 até cerca de 9 meses.
Texto de: Alice Dantas Brites, professora de biologia.
Desenhos de joaninhas realizados com colagens e pinturas, por mim (Bianca) e minha tia Ângela Cristina dos Santos.
Orientação: Prof.ª Janaina Pereira
Site pesquisado: http://educacao.uol.com.br/biologia/joaninhas-inseto-e-um-predador-voraz.jhtm
05 abril 2011
Um Pedaçinho da Minha História
| Minha mãe, eu e a minha amiga Elisangela. |
Meu nome é Edina, tenho 17 anos e hoje eu estou no Hospital Pequeno Príncipe. Eu precisei fazer uma cirurgia, mas não foi a primeira vez que precisei estar no hospital.
Conheci Curitiba sem querer
Cheguei a Curitiba sem saber
Descobri que estava aqui só depois de 40 dias...
Agora vou contar um pouco da minha história. Eu morava em Toledo com meus tios, tinha 15 anos. Minha mãe e meus irmãos moravam em Palotina, cidade vizinha. Eu morava com meus tios, porque assim eu teria uma oportunidade de crescer na vida, naquele momento eles tinham melhores condições de me proporcionar uma vida melhor. Assim eu consegui realizar vários sonhos, um deles, foi ir para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa.
E no final de 2008, eu tive um aneurisma. Eu entrei em coma em Toledo, assim vim parar aqui em Curitiba e depois de 40 dias acordei. Após essa experiência minha mãe se tornou minha grande e melhor amiga, hoje eu não sei o que seria mim sem a minha mãe. Então, eu voltei morar com ela em Palotina.
Agora depois de dois anos eu precisei fazer outra cirurgia no meu pé, voltei para Curitiba e a minha mãe esta de novo comigo me dando forças para continuar lutando. E tem mais, aqui no hospital alem de eu me diverti com os palhaços, que vão nos alegrar no quarto, eu fiz uma nova amizade, a Elisangela, agente se diverte um monte no quarto, ate guerra de muleta agente fez.
Edina Fernandes de Lara - 17anos
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Projeto Identidade
Mamíferos
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O RATO, O LEÃO E O ELEFANTE SÃO MAMÍFEROS, MAS SE A GENTE QUIZER FALAR DE TODOS OS MAMÍFEROS, AQUI SERIA IMPOSSÍVEL, POIS EXISTEM MAIS OU MENOS 5000 DELES NO PLANETA.
TODOS OS MAMÍFEROS TÊM PÊLO OU CABELO E AS FÊMEAS TÊM GLANDULAS MAMÁRIAS.
ANTES DE NASCER, OS BEBÊS MAMÍFEROS SE DESENVOLVEM NO ÚTERO DA MÃE.
OS PAIS CUIDAM MUITO BEM DOS SEUS FILHOTES. OS FILHOTES SÃO LIMPOS, ALIMENTADOS, AQUECIDOS, PROTEGIDOS, ENSINADOS E QUASE SEMPRE FICAM AOS CUIDADOS DOS PAIS ATÉ SE TORNAREM INDEPENDENTES.
Alexandre Valenzuella - 13 anos orientado pela Professora Eluane
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