15 abril 2011

Musica Para Crianças Hospitalizadas


revivendo antigos sucessos, aprendendo novas canções ou simplesmente permitindo que a musica tome o ambiente, o projeto “musica para bebês, crianças e adolescentes hospitalizadas” vem oferecendo momentos de diversão e tranquilidade, com um variado cardápio musical, com várias canções a serem colocadas na roda ou dedicadas a alguém, que tem transformado quartos e espaços comuns em encontros musicais.

O trabalho da oficina de música é bom. As noites aqui não passam, quem dirá os dias. A Tainá levará a mensagem de que hospital não é só tristeza, tem alegria também. [Tainá Semiano Correa]

Eu adoro música de qualquer jeito e ainda mais no hospital, porque distrai e alegra. É ótimo, porque cantar traz alegria, é maravilhoso. Para mim música é tudo. Eu não gosto de silêncio, mesmo no hospital e a música sempre alegra o ambiente.
[Rafaela Pereira Mendes]

O Vini nos ensinou muita coisa e com a música que nós dedicamos a ele, a gente retribui o amor que ele nos dá. A música é uma maneira alegre de fazer uma dedicatória.
[Vinícius Choransso Ildefonso]


por vinicius cardoso

07 abril 2011

Joaninha

Olá ,
Meu nome é Bianca dos Santos Herbele, tenho 14 anos, moro em Curitiba. Estou aqui no Hospital Pequeno Príncipe, aguardando a liberação para realizar uma cirurgia do coração.
As joaninhas são insetos delicados e fofinhos, por isso decidi fazer a pesquisa.
    Joaninhas

Controlador de pragas 


As joaninhas são insetos pequenos e coloridos, muito admirados por sua beleza e, em muitas culturas, símbolos de boa sorte e fartura. Esses simpáticos insetos pertencem à ordem Coleóptera, assim como os besouros, e à família Coccinellidae, para a qual já foram descritas mais de 5.000 espécies.
Os insetos da ordem Coleóptera possuem dois pares de asas. Um par é fino e membranoso e encontra-se sob o outro par de asas, chamadas de élitros, que são duras e resistentes. Os élitros da maioria das espécies de joaninhas possuem cores vibrantes, como amarelo, laranja e vermelho, com pequenos pontos pretos. Porém, algumas apresentam uma coloração escura e uniforme.
Estes insetos medem entre 0,3 mm e 10 mm de comprimento e possuem um par de antenas com função sensorial. As antenas são utilizadas na procura de alimentos, para localização espacial, procura por parceiros reprodutivos, entre outras funções. Para manter as antenas limpas, as joaninhas as esfregam com o primeiro par de patas, e, desta forma, removem resíduos que podem interferir em sua sensibilidade.

 

Como se protegem

As joaninhas se alimentam de pequenos insetos, ácaros, pólen e néctar. Apenas duas espécies se alimentam de tecidos vegetais. Por sua vez, as joaninhas são predadas por insetos maiores, algumas espécies de pássaros e anfíbios. 
Para se proteger, elas contam com algumas estratégias. A coloração vibrante pode atuar como uma forma de aviso ao predador sobre a sua impalatabilidade, ou seja, seu gosto ruim, ou sobre a sua toxicidade, evitando que o predador a ataque. Outra forma de defesa utilizada por algumas espécies é o comportamento de deitar-se com o abdome para cima, seguido da liberação de um líquido com odor desagradável. Dessa forma, a joaninha finge-se de morta e esquiva-se da atenção de seu predador.
Controle biológico de pulgões

Os afídeos, popularmente conhecidos como pulgões, são insetos pertencentes à ordem Hemyptera e parasitam diversas espécies vegetais. Os pulgões possuem um aparelho bucal do tipo sugador, com o qual perfuram os tecidos vegetais, alcançado seus vasos condutores e sugando sua seiva. São considerados pragas agrícolas e podem causar sérios prejuízos às plantações.
As joaninhas são predadoras vorazes de pulgões, alimentando-se tanto da forma adulta quanto da larva. Uma única joaninha pode comer mais de 50 pulgões por dia. Por esse motivo, as joaninhas são freqüentemente utilizadas para realizar o controle biológico desta praga em áreas de cultivo agrícola. Com esse objetivo, centenas de joaninhas são introduzidas na plantação para que, ao se alimentarem dos pulgões, livrem as plantas desse parasita.
Essa estratégia é interessante, pois evita o uso de inseticidas químicos, que podem ser tóxicos para o ambiente e para o homem. Porém, deve ser realizada com cautela e com base no conhecimento científico, uma vez que, caso seja introduzida uma espécie exótica, ou seja, que não ocorre naturalmente no local corre-se o risco de provocar um desequilíbrio ecológico. O resultado pode ser desastroso, ocasionando o desaparecimento das espécies de joaninha nativas e também levando a desequilíbrios na cadeia alimentar do ecossistema.
Um caso famoso ocorreu nos Estados Unidos, quando uma espécie asiática foi introduzida em plantações para controlar os pulgões e, por falta de predadores, acabou por se reproduzir descontroladamente, transformando-se numa praga doméstica que infesta casas e jardins.
Reprodução

As joaninhas, assim como os demais insetos, são organismos dióicos, ou seja, existem fêmeas e machos. Em muitas espécies, machos e fêmeas são morfologicamente diferentes, podendo apresentar tanto tamanhos quanto cores diferentes. A esta diferença é dado o nome de dimorfismo sexual. A fecundação é interna e pode ocorrer diversas vezes ao ano.
Em cada ciclo reprodutivo, a fêmea pode colocar de 10 a mais de 1.000 ovos. Antes da postura, a joaninha procura um local adequado para a eclosão dos ovos, geralmente depositando-os de forma agrupada, sobre folhas ou caules de plantas, e próximos a fontes de alimento. Da sua eclosão até atingir a forma adulta, as joaninhas sofrem a chamada metamorfose completa, ou seja, passam pelos estágios de larva e pupa. Por isso, seu desenvolvimento é classificado como holometábolo (do grego holos, total, e metáboles, transformação).

Desenvolvimento

Após um período que varia entre 4 a 10 dias, as larvas eclodem e começam a se alimentar. Muitas vezes, o primeiro alimento é a casca de seu próprio ovo. O tempo de eclosão das larvas depende da espécie, mas também está relacionado à temperatura do ambiente, sendo menor em regiões de clima tropical, ou nas estações quentes do ano. As larvas em nada lembram as joaninhas adultas. São alongadas e apresentam uma coloração escura.

Durante o seu crescimento, podem ocorrer de 4 a 7 mudas. As mudas, ou ecdises, são as trocas periódicas do exoesqueleto quitinoso que envolve o corpo dos artrópodes e que permite o seu crescimento.
Após um período que pode variar de uma semana até cerca de 20 dias, a larva se fixa a um substrato, geralmente caules ou folhas, e se transforma na pupa. A pupa é um estágio imóvel, no qual inúmeras transformações irão resultar no indivíduo adulto. Este estágio pode durar até cerca de 10 dias, dependendo da temperatura e da espécie.
Após este período, a parede da pupa se abre e, finalmente, emerge a forma adulta da joaninha. Assim que a joaninha sai da pupa, o seu exoesqueleto ainda é mole e vulnerável, por isso, ela permanece imóvel durante alguns minutos, até que ele endureça e ela possa voar. O tempo de vida de uma joaninha varia entre 3 até cerca de 9 meses.

Texto de: Alice Dantas Brites, professora de biologia.

Desenhos de joaninhas realizados com colagens e pinturas, por mim (Bianca) e minha tia Ângela Cristina dos Santos.







Orientação: Prof.ª Janaina Pereira

Site pesquisado: http://educacao.uol.com.br/biologia/joaninhas-inseto-e-um-predador-voraz.jhtm

05 abril 2011

Um Pedaçinho da Minha História

Minha mãe, eu e a minha amiga Elisangela.


Meu nome é Edina, tenho 17 anos e hoje eu estou no Hospital Pequeno Príncipe. Eu precisei fazer uma cirurgia, mas não foi a primeira vez que precisei estar no hospital.
Conheci Curitiba sem querer
Cheguei a Curitiba sem saber
Descobri que estava aqui só depois de 40 dias...
Agora vou contar um pouco da minha história. Eu morava em Toledo com meus tios, tinha 15 anos. Minha mãe e meus irmãos moravam em Palotina, cidade vizinha. Eu morava com meus tios, porque assim eu teria uma oportunidade de crescer na vida, naquele momento eles tinham melhores condições de me proporcionar uma vida melhor. Assim eu consegui realizar vários sonhos, um deles, foi ir para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa.
E no final de 2008, eu tive um aneurisma. Eu entrei em coma em Toledo, assim vim parar aqui em Curitiba e depois de 40 dias acordei. Após essa experiência minha mãe se tornou minha grande e melhor amiga, hoje eu não sei o que seria mim sem a minha mãe. Então, eu voltei morar com ela em Palotina.  
 Agora depois de dois anos eu precisei fazer outra cirurgia no meu pé, voltei para Curitiba e a minha mãe esta de novo comigo me dando forças para continuar lutando. E tem mais, aqui no hospital alem de eu me diverti com os palhaços, que vão nos alegrar no quarto, eu fiz uma nova amizade, a Elisangela, agente se diverte um monte no quarto, ate guerra de muleta agente fez.

 Edina Fernandes de Lara - 17anos

Mamíferos


 





O RATO, O LEÃO E O ELEFANTE SÃO MAMÍFEROS, MAS SE A GENTE QUIZER FALAR DE TODOS OS MAMÍFEROS, AQUI SERIA IMPOSSÍVEL, POIS EXISTEM MAIS OU MENOS 5000 DELES NO PLANETA.
TODOS OS MAMÍFEROS TÊM PÊLO OU CABELO E AS FÊMEAS TÊM GLANDULAS MAMÁRIAS.
ANTES DE NASCER, OS BEBÊS MAMÍFEROS SE DESENVOLVEM NO ÚTERO DA MÃE.
            OS PAIS CUIDAM MUITO BEM DOS SEUS FILHOTES. OS FILHOTES SÃO LIMPOS, ALIMENTADOS, AQUECIDOS, PROTEGIDOS, ENSINADOS E QUASE SEMPRE FICAM AOS CUIDADOS DOS PAIS ATÉ SE TORNAREM INDEPENDENTES.
 
Alexandre Valenzuella - 13 anos orientado pela Professora Eluane

15 março 2011

Arara Canindé

É uma ave  considerada  uma das espécies mais belas do grupo das araras.
Pesa aproximadamente um quilo. Suas cores predominantes são amarelo e  o azul.
Sua alimentação e constituída de sementes, frutos, folhas e flores e  adora comer frutos de palmeiras.
Raramente encontrada no Paraná, vivia ao longo do vale do rio Paraná, Ivaí e Piquiri. A ocupação humana,  a devastação das florestas, a construção de usinas hidrelétricas  e o tráfico de animais  aumentam o risco dessa ave desaparecer.

Ronaldo José Pallú - 14 anos – São José dos Pinhais
REFERÊNCIAS
Curitiba. Instituto Ambiental do Paraná. Fauna do Paraná em extinção. 2006
http://www.avebranca.com.br/

10 março 2011

Cachorro Vinagre

O cachorro vinagre ou cachorro-do-mato-vinagre (Speothos venaticus) vive aproximadamente 10 anos, e seu habitat natural vai desde o Panamá ao norte da Argentina. No Brasil ele habita o Cerrado, o Pantanal e a Mata Atlântica. O que ele come? De tudo: cutia, aves, répteis, pacas, crustáceos e pequenos vertebrados. Ele vive em grupos de 4 a 10 indivíduos e caçam em grupo, por isso podem caçar até mesmo a capivara (que é um grande roedor).
Ele é o menor cachorro selvagem do Brasil, mede de 57 a 75 centímetros de comprimento mas só 30 cm de altura e pesa em torno de 7 kg. Seu corpo é troncudo, sua pelagem é marrom avermelhada, a sua cabeça é larga , e suas orelhas, focinho e rabo são curtos.


Eles têm poucos dentes comparados aos outros cães, só 38 (enquanto os demais tem 42). Ele é o primo menos conhecido da família dos canídeos que habitam o Brasil. Eles preferem viver em regiões alagadas porque são grandes nadadores e mergulhadores, já que possuem membranas entre os dedos que facilitam a movimentação na água. Inclusive no Peru são conhecidos como “cachorro d’água”. O cachorro vinagre está em risco de extinção pela ocupação desordenada das floretas. Eles são diurnos e vivem em tocas, troncos e buracos feitos por tatus.

Leonardo Simiano,15 anos (com orientação da educadora Mariana)



25 fevereiro 2011

Injustiça com os animais

Olá, meu nome é Lauanda Silveira Dorneles, sou paciente do Hospital Pequeno Principe e tenho 11 anos.

Quero falar sobre a injustiça com os animais.

Veja: Por que fazer isto com os bichinhos?  Por que não experimentam tirar um pedaço da sua pele só para sentir a dor que os bichos sentem?  Pra que ficar usando bolsa, roupa, sapatos etc que são feitos de peles de animais? Que graça tem isso? Imagine: você está andando na rua sabendo que esta usando a pele de um animal no seu corpo...um animal que teve que morrer só pra satisfazer sua vontade.



Esta mulher com certeza não tem vergonha na cara! Olha o vestido dela: feitos com penas de pavão. Eu não achei graça nenhuma...



Olha só: assassinar um animal só pra usar a pele dele...

Não é tudo melhor assim?     




Com toda a certeza deveria ser assim! 

Mas continuando o assunto:
Veja só esta imagem: Pra que todos fiquem fortes e saudáveis não precisamos comer a carne de nenhum animal.  Se você pensa que eu estou falando besteira, não estou não!


Este mundo é de todos, tanto seres humanos como animais. Na verdade até os seres humanos são bichos!


“A educação deve ensinar, desde a infância, a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais...”

Declaração Universal dos Direitos dos Animais – Bruxelas, 1978.

Lauanda, de modo simples e direto, falou de um assunto muito importante: o desrespeito para com os animais. Ela escolheu o assunto sozinha e escreveu quase tudo de uma vez só. Ela me disse que está indignada com a situação dos bichos, e eu disse a ela que também estava! Então formamos uma parceria e lemos a respeito dos direitos dos animais. Descobrimos que todos os animais têm direito à vida e à liberdade, e que nós, seres humanos, temos o dever de respeitá-los e protegê-los. Então, vamos fazer a nossa parte!
Mariana Hoffmann - Educadora


17 fevereiro 2011

Pinheiro do Paraná

"Meu nome é Kamila C.M. da Silva, escolhi esse tema que me interessa muito, o pinheiro além de belo produz o pinhão, que acho delicioso. Gostaria de mostrar pra vocês o que descobri. Sei que vocês vão me ajudar a preservá-lo."
Também conhecida como: curi, curiúva, paraná-pine, pinheiro, pinho, cori, pinho-brasileiro, pinheiro-brasileiro, pinheiro-são-josé, pinheiro-macaco, pinheiro-caiová, pinheiro-das-missões.
É uma planta dioica, sendo assim, apresenta os gêneros masculino e feminino em indivíduos separados.
As folhas deram nome à espécie, por serem pontiagudas e duras.
Suas sementes, os pinhões, eram importantes na alimentação indígena e ainda hoje são iguarias que inspiram muitas receitas. Medem cerca de quinze milímetros de largura na parte mais larga e cerca de dez centímetros de comprimento. As pinhas pesam vários quilogramas e podem atingir o diâmetro de cerca de trinta centímetros.
O seu crescimento em floresta desenvolvida se processa de modo lento, quanto comparado a outras espécies de coníferas exóticas, como o Pinus.
Os pinhões, servem de alimento para pequenos animais no inverno, porque nesta época do ano quase não existem frutos e néctars. Além disso os pinhões tem participado na dieta de indígenas que ocupavam a região. Atualmente os pinhões são uma forma de agregação de renda ao pequeno produtor rural, auxiliando a manutenção dos mesmos na agricultura. Os pinhões ainda são parte da cultura de povos de muitas regiões como na região de Lages onde o pinhão é elemento principal de pratos típicos e existe até uma festa tradicional que leva seu nome, a Festa Nacional do Pinhão.

 

'' Vou dar uma pausa nas informações técnicas, e vou passar uma receita de ARROZ COM PINHÃO. Que delicia!''

Ingredientes

· 250 g de arroz
· 500 g de pinhões cozidos e descascados
· 1/4 de xícaras (chá) de azeite
· 2 xícaras (chá) de água
· Sal a gosto

Modo de Preparo

Lave o arroz em água corrente, escorra e reserve. Em uma panela, aqueça o azeite e junte o arroz. Refogue-o até começar a pegar na panela. Junte os pinhões picados, refogue por mais 1 minuto e tempere com sal. Adicione a água quente, mexa bem e tampe a panela. Abaixe o fogo e cozinhe até o arroz ficar macio. Se necessário, acrescente mais água quente. Desligue o fogo e sirva em seguida.


Dica
Já existe nos supermercados o pinhão cozido, descascado e embalado a vácuo. 


BOLO DE PINHÃO
- 1 xícara de manteiga
- 1 lata de leite condensado
- 4 gemas
- 1 pitadinha de sal
- 1 xícara de pinhão cozido e triturado
- 1 xícara de farinha de trigo
- 1 colher de fermento
- 4 claras em neve

Como fazer:
Primeiro passo é cozinhar o pinhão na panela de pressão por cerca de 30 ou 40 minutos, sem sal. Depois é só passar no triturador de alimentos ou picar bem picadinho (eu prefiro o triturador). Bater a manteiga em creme e juntar o leite condensado. Bater até ficar cremoso. Juntar as gemas (uma a uma), o fermento, o sal e o pinhão. Bater mais. Misturar levemente a farinha de trigo e por último as claras em neve. Assar em forno médio pré-aquecido por cerca de 30 minutos.

"Voltando as informações técnicas... "

É nativa do bioma Mata Atlântica (ecossistema Mata de Araucárias) dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo e algumas localidades do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Argentina (Misiones) e Paraguai, sempre em altitudes acima de 500 e abaixo de 1800 m.
Está em perigo, pois vem sendo explorada - muitas vezes de forma ilegal - ao longo de toda sua área de ocorrência. Poucas iniciativas de reflorestamento são realizadas com esta espécie, que tem tido suas populações e áreas de ocorrência reduzidas em pelo menos 50% nos últimos 10 anos ou três gerações. Estes fatos a incluíram na Lista Vermelha da IUCN como Em perigo crítico.

"Não podemos deixar que o pior aconteça, veja como é imponente, linda!"

"Assistam o vídeo no site abaixo, ele é muito legal e explica muito bem sobre a araucária."

http://www.umpedeque.com.br/arvore.php?id=612

" Espero que vocês tenham gostado da minha pesquisa. Ah! Não se esqueçam de fazer as receitas."

Orientação: Profª. Janaina Pereira



15 fevereiro 2011

Entrevista

Eu, Miriã dos Santos, fiz uma entrevista com a copeira Gilse Carvalho. Eu escolhi a Gil para a entrevista porque eu já a conhecia, mas não sabia tanta coisa dela assim. Ela me serve comida lá na Cardiologia no Hospital Pequeno Príncipe e sempre está alegre.

1-    O que você faz na sua folga?
“Eu faço tanta coisa... Cuido da casa e faço artesanato: bordado, tricô, crochê, biscuit, pat work. Eu vendo para minhas amigas. Agora vou também fazer bolsas.”

2-    Há quanto tempo você trabalhar no Hospital?
“Eu trabalho aqui há 5 anos. Antes eu era berçarista, trabalhava no berçário de uma empresa de aviação lá em São Paulo.”

3-    Você gosta de trabalha no Hospital?     
“Gosto muito porque é muito gratificante servir as crianças. Quando estou com meu carrinho, é uma coisa especial que acontece. É muito bom ver as carinhas das crianças.”

4- Qual foi a experiência mais interessante que você teve aqui?
  “Foram tantas experiências... Uma que marcou muito foi quando eu estava na Nefro e vi um menino que tinha voltado da UTI, tinha levado um tiro. Foi muito dolorido.”

5- E as experiências boas?
“Uma delas foi quando a mãe de uma paciente me ligou para convidar para o aniversário da filha. A gente acaba fazendo muita amizade com as famílias.”

Também descobrimos uma coisa legal sobre a Gil: Ela veio para Curitiba porque ela adotou uma menina de 2 meses que hoje está com 12 anos.
A menina foi transferida de São Paulo para Curitiba para fazer tratamento no Hospital Pequeno Príncipe porque ela estava muito desnutrida. Daí a Gil já achou melhor trabalhar no Hospital. A filha se chama Fernanda e a Gil também tem mais 3 filhos homens.




14 fevereiro 2011

O Patão e a Patinha

EU MORO EM REBOUÇAS, NO PARANÁ, NO SÍTIO DA COMUNIDADE “ÁGUA QUENTE DOS DOMINGUES”. LÁ NÓS PLANTAMOS TABACO OU FUMO E VIVEMOS PERTO DA NATUREZA. NO SÍTIO TÊM MUITOS ANIMAIS, COMO AVES. EU GOSTO MUITO DE VER O PATO-DO-MATO PORQUE ELE É MUITO BONITO E SEMPRE APARECE LÁ NO LAGO PERTO DA MINHA CASA. NA COMUNIDADE TAMBÉM FICA A CASA DO MEU AVÔ, DO MEU PADRINHO E DOS MEUS TIOS. OS MEUS PRIMOS TÊM UMA PATINHA, DE PENAS ESCURAS E CLARAS. ELA ESTAVA NO LAGO QUANDO CHEGOU O PATO-DO-MATO, QUE NÓS CHAMAMOS DE PATÃO. E ELE COMEÇOU A APARECER TODOS OS DIAS SÓ PRA VER A PATINHA. ELE ACABOU LEVANDO ELA EMBORA, ELA VOOU COM ELE. ÀS VEZES ELES APARECEM VOANDO LONGE, MAS NÃO PARAM LÁ. O PATÃO É GRANDE E TODO PRETO, E NA ASA TEM UM TOM ESVERDEADO QUE BRILHA NO SOL. QUANDO ELE ABRE AS ASAS TEM UM TOM DE BRANCO EMBAIXO DELA.
EU PESQUISEI UM POUCO SOBRE O PATO-DO-MATO NA INTERNET E DESCOBRI QUE TEM PATO-DO-MATO DESDE O MÉXICO ATÉ A ARGENTINA. TEM NO BRASIL TODO TAMBÉM. SÓ QUE AGORA ELES ESTÃO MAIS ARISCOS PORQUE ESTÃO DESMATANDO TUDO E CAÇANDO. LÁ NO SÍTIO ELES APARECEM MAIS PORQUE NINGUÉM MATA. TAMBÉM DESCOBRI QUE ELES COMEM PLANTAS AQUÁTICAS, SEMENTES E RAÍZES. VOAM BASTANTE E CONSTROEM SEUS NINHOS NOS OCOS DAS ÁRVORES PERTO DA ÁGUA. ANTES DOS COLONIZADOS CHEGAREM AQUI JÁ EXISTIA PATO-DO-MATO. LÁ NO SÍTIO TAMBÉM TEM CURICACA, QUERO-QUERO, ANDORINHA, POMBAS, ALMA-DE-GATO, CHUPIN, BIGUÁ OU CORVO D’ÁGUA, NAMBU, CORUJA, JACU, GRALHA-AZUL, BAITACA OU MARITACA, E MUITOS OUTROS.



RODRIGO JOSÉ ANDRADE, 14 ANOS.
Com orientação da educadora Mariana.

10 fevereiro 2011

Fotografando as Plantas e os Bichos




o que acontece quando crianças são provocadas a fotografar plantas e animais?
esse video apresenta parte dos registros, possibilidades, visões e perspectivas encontradas
pelas crianças no entorno do hospital. São fragmentos de um processo de descoberta e
reconhecimento de espécies e imagens.   

04 fevereiro 2011

Curicaca

"Oi meu nome é Tamires dos Santos Aguirre, tenho 8 anos e fiquei muito curiosa a respeito da ave curicaca pois não a conhecia então resolvi fazer uma pesquisa sobre a ela."



A curicaca é uma ciconiiforme da família Threskiornithidae. Seu nome popular é onomatopéico, semelhante ao som do seu canto, composto de gritos fortes. Conhecida também como despertador (Pantanal), carucaca, curicaca-comum, curicaca-branca e curicaca-de-pescoço-branco.
Distinguível pela coloração clara, asas largas e bico longo e curvo. Apresenta o dorso cinzento-claro, com brilho esverdeado, rêmiges e retrizes pretas; parte das coberteiras superiores das asas é esbranquiçada, formando uma mancha clara no lado superior da asa, visível durante o vôo. O macho costuma ser um pouco maior que a fêmea, atingindo 69 cm de envergadura e cerca de 43 cm de altura.

"Não conhecia as palavras rêmiges e retrizes, então pesquisamos a morfologia das aves para entendê-las. Observe bem as imagens abaixo."



Alimenta-se durante o dia e também ao pôr-do-sol. Tem alimentação variada, composta de insetos e larvas, centopéias, pequenos lagartos, ratos, caramujos, insetos, aranhas e outros invertebrados, anfíbios e pequenas cobras. Seu bico, longo e curvo, é adaptado para extrair larvas de besouros e outros insetos da terra fofa. É um dos poucos predadores que não se incomodam com as toxinas liberadas pelo sapo (Bufo granulosus), por isso este anfíbio pode fazer parte de sua dieta.

Costuma pôr de dois a quatro ovos, em ninhos de gravetos nas árvores ou mesmo grandes rochas nos campos. Os ninhos formam colônias numerosas durante o período de reprodução. Habitam campos secos e alagados e pastagens.






Vive geralmente em bandos pequenos ou solitária, procurando alimento em campos de gramíneas ou em alagados. É diurna e crepuscular. Anda em pequenos grupos, que à noite se empoleiram nas árvores. Gosta de planar a grandes alturas

Presente em grande parte do Brasil onde haja vegetação aberta e lagoas, campos em solos pantanosos ou periodicamente alagados, como na Ilha de Marajó (Pará) e no Pantanal. Encontrada também no Panamá e, localmente, em todos os países da América do Sul até a Terra do Fogo, na Argentina, inclusive na região dos Andes



Olhe a belíssima produção artística que também nos rendeu essa pesquisa!





Pesquisa feita Por Tamires dos Santos Aguirre, Ana Paula Aguirre (mãe da Tamires) e prof. Janaina Pereira.

http://www.wikiaves.com.br/curicaca

01 fevereiro 2011

O Quati

Estamos muito animados com as pesquisas sobre a fauna e flora da Mata Atlântica, espero que todos se interessem!
Mariana Hoffmann - Educadora do setor de Educação e Cultura

O quati é um animal mamífero e vive nas florestas que vão do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina. Eles vivem em bandos de 4 a 20 indivíduos que são fêmeas, filhotes e machos jovens. Eles têm hábitos diurnos (caçam de dia e dormem de noite). Os quatis vivem em média 15 anos e o macho, depois de 2 anos, vive sozinho, mas volta ao bando na época do acasalamento que acontece no final da primavera. Comem de tudo: legumes, frutas, insetos, ovos, lagartas, etc... Esse animal é parente do guaxinim, mas seu focinho é mais comprido e seu corpo é mais alongado. Normalmente o rabo tem de sete a oito anéis e sua cor pode variar bastante.  Os filhotes do quati nascem uma vez no ano e a ninhada tem de 2 a 7 filhotes.

Victor Vinicius de Lima Campos