28 novembro 2011

Verde Que te Quero Ver


Quantos tons de verde existem na floresta?
Vimos o livro “De olho na Amazônia”, de Ingrid Biesemeyer Bellinghausen, que fala um pouco sobre a floresta amazônica, seus habitantes, sua importância, suas riquezas e nos chama atenção para a necessidade de sua preservação.
Depois disso, fizemos a pergunta acima... quantos verdes?!
Misturando amarelo e azul, descobrimos vários tons...



Autor:
Nicolli Yasmin Veres Domingues
(7 anos)

Autor:
Isabella Cristina Mangger
(13 anos)
 
Autor:
Otávio Henrique Correia Skafi
(6 anos)



Autor:
Maurício Obal
(10 anos)
 

11 novembro 2011

Jacarandá


 
 
Que árvore é essa?
Ipê?  Jacarandá?


Essa pergunta e suas muitas respostas nos últimos dias nos fizeram pesquisar que árvore é essa que tem colorido a avenida iguaçu, ao lado do hospital. Veja o que descobrimos.


O jacarandá-mimoso, também conhecido como jacarandá, caroba e carobaguaçu é nativo do norte da Argentina e amplamente utilizado no paisagismo e na arborização urbana de diversos países devido à durabilidade e exuberância de suas grandes e perfumadas flores azuis arroxeadas que costumam aparecer no inicio da primavera.
 Considerada uma árvore de crescimento rápido e porte médio, atingindo aproximadamente quinze metros, possui raízes profundas, caule pouco retorcido, com casca lisa e clara quando jovem, tornando-se gradativamente áspero e escuro com o passar
do tempo.
No inverno, perde suas folhas escuras, dando lugar as cores e flores da primavera. Sua floração se estende por toda a primavera e início do verão e seus frutos lenhosos surgem no outono, contendo numerosas e pequenas sementes aladas dispersas pelo vento.
Essa espécie é considerada exótica no Brasil e vem aos poucos sendo substituída no paisagismo e arborização urbana pelo nativo Jacarandá Macrantha, buscando assim maior equilíbrio ambiental.


Histórias Coletivas


Histórias coletivas e ilustrações produzidas depois da leitura do livro
“A árvore generosa” de Shel Siverstein e da observação de parte do trabalho
do artista Franz Krajcberg.

Era uma vez um grupo de árvores que estava conversando sobre as árvores que foram queimadas num incêndio.
Elas estavam pensando em uma maneira de fazer outras árvores. Aí, uma delas perguntou:
- Onde estão as sementes?
Acontece que uma das árvores sobreviveu ao incêndio e ela dava muitas sementes.
E as árvores que estavam conversando se perguntaram como elas chegariam lá na mata, já que elas não andavam...
Elas, então, tiveram a idéia de falar com o Krajcberg para ele pegar um guincho para tirá-los do chão.
Aí, o Krajcberg aceitou o pedido e chamou um guincho.
O guincho veio e o Krajcberg falou para tirar as árvores do chão, mas o motorista do guincho não acreditou, mas mesmo assim ele tirou as árvores do chão.

Chegando no lugar onde era  a floresta, eles viram a árvore que dava sementes e pediram a ela para ela jogar sementes no chão.
A árvores jogou as sementes e todas as árvores voltaram para a praia, onde elas estavam desde o início.
Depois de muito tempo, eles voltaram e a árvore que dava sementes estava bem velhinha e ela morreu. Só que as sementes cresceram e viraram árvores que também davam sementes e uma delas jogou sementes na árvore velha, que reviveu, só que agora ela estava bem jovem, quase um bebê... uma semente!
Assim, a floresta aos poucos voltou a viver.

FIM

João Vítor Rogauski (7anos)  Rafael Adelso da Silva (8 anos)  Vinícius de Azevedo (educador)

Histórias Coletivas


 
Histórias coletivas e ilustrações produzidas depois da leitura do livro
“A árvore generosa” de Shel Siverstein e da observação de parte do trabalho
do artista Franz Krajcberg.


Um dia, várias pessoas se reuniram para ajudar a cuidar do planeta. Pegaram todo o lixo, também os animais para cuidar, pois estava pegando fogo na floresta.  Eles faziam plantação para ter comida para eles e para os animais que eles criavam. 
    Outros homens botaram fogo na floresta e depois os animais conseguiram escapar. À noite, alguns animais ferozes, como a onça e o leão, se reuniram para pensar o que fazer.  Enquanto isso, as pessoas já estavam se preparando para queimar mais uma parte da floresta, mas eles não conseguiram, porque os animais ouviram a conversa dos homens e atacaram, comendo todos eles.

(Autores: Emilly Vitoria Moura de Paula (07 anos) e sua avó Suely;
Rebeca Melissa Oliveira Mendes (07 anos) e seu pai Tiago; educador Vinícius de Azevedo)

  

 Era uma vez, um grupo de árvores amigas que se encontraram na praia e começaram a conversar sobre um “piazinho” que era amigo de uma árvore. Antes delas chegarem ali, elas tinham uma vida normal de árvores, mas elas sofreram uma transformação carbônica e acabaram se encontrando por destino.
    E elas aproveitaram o encontro para fazer uma reunião e pensar em formas de educar o homem e a mulher para não fazerem mais queimadas, pois a vida delas teve um episódio trágico, mas a árvores amiga do “piazinho” não teve tanta infelicidade, já que ele cuidou dela. Porque na natureza nada se perde, nada se cria e tudo se transforma...

(produção coletiva de crianças, jovens e adultos presentes na oficina no dia 04/10/11)